Esta obra é a primeira incursão fora da Poesia e do Teatro que, ao autor, deu muito gozo escrever e que foi o primeiro ensaio a sério sobre uma escrita maior. O romance foi traduzido para francês por Miguel Lopes, no âmbito da sua Dissertação de Mestrado em Tradução e Assessoria Linguística: "Entre experiência e reflexão: tradução comentada de Burra preta com uma lágrima de Álamo Oliveira" (Universidade dos Açores, 2018). 

Um livro de memórias da guerra colonial que, ao escrever, ajudou o autor a libertar-se desse período e do fantasma da guerra. Esta é a obra que o autor considera o seu livro de paixão.

Segundo Luiz Antonio de Assis Brasil (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) em A narrativa açoriana pós-25 de Abril, p. 77 (disponível na internet): “A pós-modernidade literária açoriana encontra-se representada exemplarmente pelo romance Pátio d'Alfândega / meia-noite, de Álamo Oliveira (1992); nesta obra, dotada de intensa intertextualidade, há a construção de um romance dentro do romance […]”.

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